Riscos e os benefícios dos drones

Riscos e os benefícios dos drones

Na quinta-feira da semana antiga, 3 homens foram presos de madrugada em frente a uma penitenciária em Guarulhos, na Grande São Paulo. Eles estavam buscando oferecer 18 celulares, nove carregadores e quatro fones de ouvidos aos detentos. Até aí, tudo comum — é uma coisa rotineiro, por demonstração. Porém eles estavam um drone, uma jovem aeronave de acanhado altura não tripulada e controlada remotamente, por rádio ou smartphones.

O feito levantou, de novo, a abacaxi: como utilizar este serviço? Vejam as fotos desta páginas: já imaginou aferrar a imagem de Juscelino acenando para Brasília, do alto do inolvidável, sem necessitar realizar bastante força? Essa é somente uma das bens de uso dos drones, similarmente conhecido como Vants (Veículos aéreos não tripulados).

Além do mais, eles possibilitam a andamento de atividades com um esforço menor, como o mapeamento de grandes áreas, que vem sendo realizado por produtores agrícolas. Na setor das entregas, a Amazon pretende, no amanhã, trocar o serviço tercerizado dos correios para cumprir o delivery pelo ar.

Na investigação do acidente que matou o candidato à Presidência da República, Eduardo Campos, a acerto da Polícia Federal similarmente usou um drone para alcançar mais próximo dos destroços do acidente. Como o amarfanhamento deles é atual, também não há código característica. No entanto, algumas regras já há.

A Vigor Aérea Brasileira acúmulo algumas atitudes restritivas para o forma de adejo: proíbe, por adágio, usar Vants em áreas compartilhadas com aeronaves tripuladas, para diminuir o perigo para indivíduos tanto no ar quanto em mundo.

A Agência Nacional de Aeronáutica Civil (Anac) possui alongado a comportar-se, porém publicou, no início deste ano, o que pode ser a primeira código para o consumo comercial e coorporativo desses mecanismos no país — um dos primeiros, a propósito, foi a França; nos Estados Unidos, é aceitado somente o consumo daqueles que não possuam câmeras acopladas à aeronave.

Voos precisam de código

Foi nos céus de uma setor remota de São José dos Campos (SP), numa tarde, que o primeiro Veículo Abstrato Não Tripulado (Vant) civil e brasileiro voou de forma regulamentada. O Nauru 500, uma aeronave branco (que se aproxima mais ao formato de um avião do que dos mini-helicópteros de quatro hélices que se vê por aí hoje) foi adaptado para voos experimentais, em 29 de maio de 2013, tornando-se o primeiro drone “oficialmente” civil.

Aqui, as aspas na palavra ilustram a absentismo de uma legislação característica para a exercício dos Vants por aqui. Se, há pouco mais de um ano, o primeiro sobrevoo oficial foi assassinado, o quanto faltaria para que isto se torne uma existência cada vez mais comum é incógnito — dessa maneira como a altercação da intimidade, a distribuição dos itens e outras questões. Depois de bastante tempo requisitando uma acomodação sobre a código, o segmento da indústria aeronavegação brasileira viu, em fevereiro, o início de um bom presságio.

Isto visto que a Agência Nacional de Aeronáutica Civil (Anac) trouxe uma asserção para arranjar os Vants, o que trouxe detalhes e sugestões para a uso comercial e corporativa desses mecanismos em áreas segregadas, por exemplos, dessa maneira como cerimônia mais rigorosas para coisa com aeronaves de maior altura.

Por enquanto, somente voos experimentais são autorizados no Brasil — como o caso do Nauru 500, aludido no início da reportagem. Voos civis, por adágio, são capazes de ser feitos caso a aeronave da indivíduo receba o Adaptado de Aprovação de Adejo Empírico (Cave) e uma aprovação do Seção de Controle do Espaço Abstrato (Decea).

Essa asserção especificou bases e cerimônia para o projeto, o repartição e a cirurgia dos Sistemas de Aeronaves Remotamente Pilotadas (RPAS) para uso com fins lucrativos (no caso de companhias). Um dos pontos mais confusos da asserção da Anac foi a agrupamento de Vants: à imprensa ela divulga que são 3 categorias.

E daí? Drones com pouco de 25kg, por adágio, fazem parte da camada 3; os de 25kg até 150kg, da camada 2; e os acima de 150kg, da camada 1. De 150kg até quanto? 3 toneladas? E os riscas de queda, de adquirir indivíduo em solo? É para análogo fim essa “agrupamento”? A Anac negou-se a pôr um porta-voz ou um profissional para reparar o Portador e, dessa maneira, aconselhar os leitores interessados no apresentação.

Nos dias de hoje, a suposição da Anac é de que as cerimônia entrem em energia até o fim deste ano. Também falta mudar por uma análise jurídica para em seguida ir à assistência pública. Depois de isto, será necessário realizar outro exame e, apenas no momento em que aprovada, a código é publicada no Agenda Oficial da Casamento. Para Rodrigo Kuntz, diretor-presidente da fabricante de drones BRVant, a asserção já vem com adiamento. “Está atrás de alguns países? Pode ser que.

Cada lugar faz a código em aspectos específicos. Acho um bom acidente exordial”, afirma o executivo, que faz uma anotação quanto a orientação da Anac. Se ela for discutida e acrescentada num alvo nacional e de acordo com as necessidades locais, será afirmativa.

“Não vai ser ótima se for um arremedar e colocar de uma coisa de fora”, argumenta. “Entendo o lado da Anac, de aplicar pela certa balizamento para o consumo não ficar popular e não provocar prejuízo ao controle do espaço abstrato e à própria indivíduos que está no solo”, diz Kuntz. Ele ressalta que, se não houver uma comedimento para os aparelhos, que vêm cada vez mais sendo usados no mundo — apenas nos EUA, por adágio, a FAA diz que até 2020 terão 30 mil drones no céu americano —, “vai ficar arriscado”. Por outro lado, para as companhias, isto é danoso. Sem uma controlação definida, o simples postura de adquirir já é burro.

“Pela liberação tardia de cerimônia, pode acabar estrangulando a indústria.” A empresa de Kuntz, sediada em Mogi das Cruzes, SP, já atendeu a partir de a PM até agricultores que fazem o uso de o mecanismo para desenhar a setor. O vatagem do consumo dos drones, para ele, é tanto acessível (enquanto um afretamento de aeronave pode aborrecer R$ 6 mil, o de um Vant chega a R$ 600) quanto civil.

“Você não está expondo a vida de quem acontece o trabalho”, explica, e ilustra o alegação citando o consumo dessas aeronaves em investigações ou análises de maior perigo, como nas inspeções de linhas de transmissão. Fabricantes Antônio Castro, coordenardor do comissão de Veículos Não Tripulados (VNT) da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Abrigo (Abimde), diz que a falta de código dificulta a vida dos fabricantes. “Você não pode passar a ter dinheiro, realizar prescrição com o consumo de drones.

É um setor que não pode colocar os itens e os serviços. Que vive em absinto.” O coordenador também destaca a valia da asserção, uma vez que há uma porção amplo de serviços que são capazes de ser prestados com aeronaves de até 25kg (camada 3). “Os minivants, no mundo inteiro, são facilitados. Possuimos que abrir nossos serviços o mais acelerado possível”. No entanto, Castro pontua que a indústria da aeronáutica é bastante cautelosa. “Quem acha que está demorando demais possui que supervisionar que isto faz parte da código para todo mundo.

Recebo notícias todos os dias e posso certificar: estamos em pé de analogia com a indústria estrangeira.” Dentro da arbítrio Para adejar de maneira autorizada, o interessado necessita afirmar sua aeronave com o Cave e levar dúvidas entrando em contato pelo e-mail rpas@anac.gov.br.

Porém este o adaptado da Anac não protege que o drone esteja legítimo. Além do Cave, é necessário uma aprovação do Seção de Controle do Espaço Abstrato (Decea). Ambas as condições são complementares, de acordo com a Anac, para a cirurgia de aeronaves civis remotamente pilotadas no Brasil.

Como o análise da agência reguladora é austero — ou seria ambiguidade sobre o que realizar?—, há somente sete aeronaves autorizadas a adejar no país: duas da PM Ambiental de São Paulo, uma do Seção Nacional de Fabricação Mineral, duas da empresa Xmobots, e duas da Polícia Federal.

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